terça-feira, 22 de junho de 2010

Copa do Mundo

Roupas para seu filho(a) curtir muito a Copa!

O maior espetáculo do futebol mundial acontece somente uma vez a cada quatro anos e é um excelente pretexto para reunir os amigos e a família! Pensando nisso, montamos esta galeria bem no tom verde e amarelo, para deixar a torcida mirim ainda mais animada e caracterizada para vibrar pela seleção!

Divirta-se!





Festas Juninas vão começar!

Festas Juninas vão começar!

Nas comemorações na escola ou na casa com a família e amigos, seu filho(a) precisa estar bem vestido(a)! Separamos alguns trajes e dicas para aproveitar bem esta festa!





Vestido de festa junina precisa ser confortável, que é para a sua filha não perder nenhum momento da brincadeira.





Para entrar no clima de festa junina e Copa do Mundo ao mesmo tempo! Assim é o vestido da foto.




Não pode faltar casamento na festa junina! Com um vestidinho branco, a pequena noivinha ficará linda!


Agora, corra para dançar a quadrilha!



quinta-feira, 10 de junho de 2010

Amamentando

Meu bebê nasceu sem fome: isso é normal?

Toda mamãe sabe o quanto é importante o leite materno e a amamentação para o pleno desenvolvimento do seu bebê. O problema é que não faltam dúvidas e desesperos na hora de amamentar.

Uma cena clássica é quando a mamãe se descabela quando percebe que o nenê que acabara de surgir ao mundo não quer nem saber de mamar nas primeiras horas de vida, apenas dormir.

Neste momento, um enorme ponto de interrogação “nasce” na cabeça da mamãe. Algumas mães perguntam: - por que meu nenê ainda não foi para o peito? Outras, mais desesperadas, já questionam se o bebê está passando fome ou mesmo se rejeitou a mãe.
Muita calma nessa hora. As mamães não precisam ficar tão preocupadas. Isso porque os bebês com menos de 24 horas de vida, em geral, têm alguma reserva que não os deixam sentir muita fome. Mas nem por isso devemos deixar de tentar amamentá-los.

Vale frisar que a amamentação é fundamental nas primeiras horas, podendo o bebê ter hipoglicemia (baixo nível de glicose no sangue) e ir para a UTI caso não receba o leite materno.

Temos que acordar o bebê e tentar sim dar o peito, mas sem que haja desespero e preocupação. O bebê está conhecendo a mamãe e vice-versa. Estão acostumando com os cheiros, com as posições e a vida nova.

A fonoaudióloga Jamile Elias explica que é comum mães se espantarem com a reação do nenê 24 horas depois de dar a luz. O bebê, que até então não queria mamar, agora está com vontade enorme de sugar o peito da mamãe.

“O bebê deve ir para o peito nos trinta primeiros minutos de vida, ainda na sala do parto, mas às vezes ele sente preguiça de sugar, o que pode ser sinal de que ele está alimentado. Depois a reserva acaba e a fome aumenta. Com a fome vem o choro do bebê que deixa a mamãe ansiosa para dar o peito”, informa.

Como amamentar sem dor - A ansiedade faz com que a mamãe coloque o peito de qualquer jeito na boca do bebê que o abocanha de forma inadequada e isso pode machucar o bico. A dor pode ser tanta que a mamãe chega a ter vontade de parar de dar o peito. Formam-se fissuras e até machucados.

O jeito mais correto é fazer com que o bebê abra bem a boca e abocanhe toda a aréola (parte escura do seio). É lá que se encontra o leite armazenado e a saída do leite se torna mais fácil, fazendo com que o bebê não faça tanto esforço, ganhando peso, e não machuque o peito da mamãe.

Amamentar não é tão fácil como parece. A mamãe sabe que tem que dar o peito e o bebê sabe sugar. Combinar esses dois fatores, às vezes, é complicado. O bebê vira a boca para o lado errado, a mamãe não consegue se ajeitar numa posição ou o bebê pode machucar ou o bico da mamãe.

Dicas
Para o bebê abocanhar toda a aréola, coloque a barriga do bebê encostada com a sua barriga e você, mamãe, deve estar numa posição bem confortável.

O leite materno é uma vacina para o seu filho. Nele estão vários anticorpos que vão proteger seu bebê de doenças.

Não se frustre se não conseguir amamentar sozinha. Profissionais especializados na arte da amamentação poder ajudar a mamãe nessa hora tão importante.

Jogos e brincadeiras para entreter a criança no carro


Como driblar a irritação e entreter a criançada de um jeito lúdico, com jogos de palavras e brincadeiras simples

Crianças costumam ser mais impacientes do que adultos. No carro, a situação se agrava. Presos a cadeirinhas, eles têm grandes chances de ficar indóceis se nada os distrair. Mesmo que seja daqui até ali. Com os bebês de até dois anos, não há muito o que fazer. O ideal é que eles durmam ou se distraiam apenas com a paisagem ou a música do carro. Para os mais velhos, porém, existem estratégias eficientes e divertidas para transformar as desgastantes saídas de casa em alegres passeios.

A primeira estratégia é pensar no que vai fazer antes de sair. Sacando da manga brincadeiras que vão divertir os pequenos. Para tanto, tenha em mãos um kit surpresa. Nele você deve incluir brinquedos e outros itens de entretenimento para a molecada. O mais importante aqui é saber o momento certo de usá-lo. Tente perceber o momento em que a criança começa a dar sinais de insatisfação e se antecipe aos escândalos.

De 2 a 4 anos
Nessa fase, a maioria das crianças já fala. O ideal aqui é buscar diversão nas novidades que estão do lado de fora do carro. As nuvens do céu podem virar baleias, tesouras, carros e até a própria cara da mamãe. Na estrada, existem fazendas com bois, vacas, cavalos, carneiros e galinhas. Estimule os pequenos a dizer o nome dos animais que estiver vendo. Na cidade, há os prédios, os semáforos, os parques e assim por diante. As cores dos carros também podem servir de inspiração para as brincadeiras. Basta perguntar se um é vermelho ou amarelo para a diversão não parar mais.

Cantar é mais uma excelente opção para passar o tempo. Deixe a criança escolher a música que será entoada por todos no carro, mesmo que ela se repita algumas vezes. Vale de tudo, do cultuado “Parabéns a você” às trilhas de programas de tevê, passando por clássicos do repertório infantil, como “Marcha soldado” e “O sapo não lava o pé”. Uma dica é procurar CDs que vem com os acompanhamentos das músicas e estimulam que as crianças façam o vocal.

Por fim, existem os brinquedos. Nesse quesito, fique atento à segurança. Evite materiais pontiagudos, duros e inflexíveis. Prefira bonecos, carrinhos e livros de pano, borracha ou plástico mole, inofensivos mesmo em situações de curva mal feita ou freada brusca. Produtos com peças pequenas que podem ser engolidas também estão proibidos. Lembre-se de que sua atenção está voltada a maior parte do tempo para frente e não para trás, onde estão as crianças.

De 4 a 6 anos
O leque de alternativas de brincadeiras é maior com crianças maiores. Mas a impaciência delas também. Tenha tato ao lidar com eles. Nessa faixa, os pequenos já estão mais articulados e já falam relativamente bem. Muitos até conhecem bem letras e números. Estimule as brincadeiras conversadas.

Por exemplo, diga que “a mamãe foi à feira e comprou uma laranja”. Em seguida, cada um inventa algo que a mamãe comprou na feira, sem repetir. Outra sugestão é fazer a brincadeira dos nomes. Cada um tem de se lembrar de frutas, bichos ou pessoas que começam com letras de A a Z, por ordem.

Os cenários do lado de fora do carro também podem render boas risadas. Desafie os pequenos a avisar antes que estão se aproximando de placas, pontes, postos de combustível e outros atrativos. Sugira algo e comece o jogo. Cada um que fala na frente acumula pontos. Ou, então, proponha que as letras das placas dos automóveis virem palavras e frases. Então FJL pode virar “a festa do jacaré estava legal”.

Nunca subestime o poder das histórias. São tiro e queda. E as crianças mais velhas gostam de contá-las. A melhor opção é alguém começar um enredo e os outros vão continuando, até ficar um roteiro bem maluco. Os personagens da rua podem fazer parte da trama. Quanto mais absurdo, melhor. Por último, tenha em mãos papeis e giz de cera para desenhar e pintar, são igualmente infalíveis.

Nessa faixa, algumas crianças já têm seu videogame portátil. No carro, ele pode ser bastante útil, desde que o pequeno não enjoe. Mas é preciso combinar que o brinquedo deve ser usado como distração passageira e não única atração da vida dele.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Como ajudar seu filho com as tarefas escolares


Durante o dia tudo acontece como planejado, aí chega a hora do dever, e seu filho tenta a todo custo postergar o suplício dizendo: “daqui a pouco eu faço”; “depois dessa partida eu começo.” E parece que é sempre uma luta para fazê-lo cumprir suas tarefas! Se sua família passa por isso, saiba que há maneiras de diminuir o stress nessas horas.

A primeira coisa a fazer é estabelecer uma rotina diária para a criança fazer seu dever. E cumpri-la! Escolha um horário em que a criança esteja bem disposta e acordada. Procure não deixar as tarefas para a última hora do dia. Combine com seu filho que daquele momento em diante o horário da lição de casa é aquele e não se deixe levar pelos pedidos para empurrar os deveres mais pra frente!

Lugar de fazer a lição não é na cama nem no sofá! Escolha um lugar adequado para que não prejudique sua postura e o capricho do trabalho. Usar uma mesa e cadeira de tamanho apropriado à criança é muito importante. Dessa forma, você ensina que é preciso atenção e dedicação na hora dos estudos!

O cômodo escolhido deve ser arejado, claro e tranquilo! Procure um ambiente com poucos estímulos para que seu filho não perca a concentração. Colocar o pequeno estudante para fazer a tarefa na frente de um mural de fotos, por exemplo, é garantia de muita distração. Desligar a televisão e o som também é atitude essencial para melhorar a concentração da criança.

Quando surgirem dúvidas, tente ajudar seu filho, mas se a dificuldade for muito grande, procure não passar toda a matéria para a criança. Converse com o professor e peça que a explique novamente, pois caso sua explicação seja diferente da do professor, você pode confundi-lo ainda mais.

Torne como hábito diário supervisionar os deveres - cheque o que deveria ser feito, se realmente foi feito e se foi feito com capricho. Essa atitude vai ajudá-la a desenvolver responsabilidade e organização e, além do mais, mostra que o desempenho escolar é algo importante em sua família.

Não se esqueça de que a lição de casa deve ser feita pela criança, ainda que seja difícil e trabalhosa. Em hipótese alguma faça o dever para seu filho! Dessa forma, você só estará ensinando a fugir de suas obrigações e, pior ainda, atestando que ele não tem capacidade para cumprir suas tarefas - o que não ajuda em nada, certo?

Fazendo pequenas mudanças e mantendo uma rotina bem definida é bem provável que a hora do dever seja bem mais tranquila e proveitosa para toda a família!

A magia das cores no mundo infantil


A magia das cores no mundo infantil

O uso das cores tem uma ligação direta no desenvolvimento da criança. Estímulos decorrentes da presença de figuras coloridas contribuem para o aprimoramento da capacidade motora e cognitiva, raciocínio, fala, audição, entre outras funções.

Isso acontece porque a criança é completamente influenciada pelas cores desde a fase inicial de vida, se estendendo por muitos anos. As cores alegres e vibrantes comprovadamente chamam a atenção do pequeno. Por esse fato, os pais devem usar e abusar do “mundo colorido” como peça importante também na educação dos filhos.

Você quer um exemplo do poder das cores na mente do bebê? A colocação de argolas ou chocalhos coloridos fixados sobre o berço, carrinho de bebê ou mesmo na cadeirinha de refeição é um excelente estímulo para um nenê de cinco a doze meses de vida, afirma a terapeuta ocupacional Vilma Colmenero, do Hospital Guilherme Álvaro, de Santos/SP.

“As cores das peças atraem o olhar do nenê. Coloque os objetos de modo que ele consiga alcançá-los com as mãos. Esse processo de mexer no brinquedo é um estímulo importantíssimo, pois, inconscientemente, ele estará exercitando a percepção ao tocar na peça, assim como a auto-estima, pois percebe que é capaz de movimentar o objeto. Se isso não bastasse, ele desenvolve a audição, ao ouvir o barulho provocado no contato com o chocalho, e também a coordenação motora”, explica Vilma Colmenero. “Perceba que essa série de exercícios vitais foi possível após a visualização dos objetos coloridos que despertaram sua atenção”, completa.

Educação colorida - As cores facilitam no processo de assimilação dos ensinamentos por parte dos pais, entretanto, é preciso que eles estejam preparados para utilizar essa importante ferramenta de aprendizado. “Não basta encher a casa de figuras coloridas e não estimular a criança. É fundamental que os pais associem a cor ao objeto. Uma dica é convidar o filho a comer uma deliciosa maçã de cor vermelha. A criança se sentirá estimulada por ser uma fruta de coloração vibrante”, avalia Vilma Colmenero.

Com uma dose de criatividade, os pais podem criar pratos ricos em nutrientes, decorados com cores e formas distintas, que podem ser o atrativo que faltava para que o filho passe a comer alimentos saudáveis. Quanto à higiene pessoal, a utilização de escova de dente ou esponja de banho colorida motiva indiretamente a criança a manter-se limpa.

Cuidados com os dentinhos


Cuidando dos dentes do bebê

A limpeza da boca dos bebês é um assunto que merece toda atenção. Os pais devem aprender como manter os dentes limpos desde o momento que eles começam a aparecer.
Quando apenas os dentes da frente estiverem presentes a mãe pode usar dedeiras, gaze embebida com água, mas preferencialmente, escovas apropriadas para essa faixa etária. Assim que os dentes de trás nascem, a higienização com escova apropriada é imprescindível.

O uso da pasta de dente é importante. Mas é preciso saber escolher. Existem no mercado algumas pastas sem flúor ou com flúor em menor concentração para serem usadas nessa faixa etária. Mesmo as pastas de dente infantis com concentração normal de flúor (por volta de 1100 ppm) podem ser utilizadas com racionalidade.
Após o nascimento do dentes de trás, a mãe deve apenas sujar a ponta da escova com a pasta, e utilizá-la uma vez ao dia apenas, antes da criança ir dormir, após a mamada. Como a criança nessa idade irá deglutir um pouco de pasta, o dos produtos com flúor deve ser feito com muito cuidado. E lembre-se que a pasta nunca deve ser deixada ao alcance das crianças.

Veja como o rabisco do seu filho evolui



Veja como o rabisco do seu filho evolui

Os primeiros “desenhos”, isto é, rabiscos, são longitudinais, ausentes de controle motor, e podem surgir por volta de 1 ano e meio. Os movimentos partem dos braços ou ombros.

Entre 1 ano e 8 meses e 2 anos, surgem os movimentos circulares, intercalados com retas. Há, nesta fase, maior controle sobre os músculos da mão.

A partir dos 3 anos, eles se fecham em formas independentes e ganham significado, ou seja, a criança lhes atribui nomes e conta histórias sobre o que retratou. Nesta fase, aparecem os primeiros indícios de figuras humanas. Aumenta a coordenação motora sobre os pulsos e dedos.

A partir dos 4 anos os desenhos se tornam cada vez mais estruturados e já é possível perceber se a criança tem habilidade para o tema. As idades são apenas uma referência. A evolução da garatuja depende do perfil e do interesse de cada criança (há aquelas que adoram brincar e não se ligam numa caixa de desenho), além da qualidade dos estímulos e se ela freqüenta ou não a escola. Incentive a prática sem pensar que mais tarde terá um substituto de Pablo Picasso em casa.

Um ambiente estimulante é ter em casa, à mão, papel e vários tipos de lápis, canetas e tintas, para ela desenvolver familiaridade com o material. E acostume-se com a idéia de que essa familiaridade pode se estender para paredes, portas, sofás, armários.